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O peso da economia

20 fev

Continuação Com a cabeça na crise.

Ab’Saber – A meu ver, isso é a universalização do sistema da mercadoria nas relações pessoais e entre nações, em todos os níveis. Mas porque essa massa de dinheiro é privada, o que resulta disso é uma concentração imensa de decisões: uma concentração geopolítica e em pessoas, setores e classes. O dinheiro virou referência. E países periféricos, como o Brasil, não conseguem reproduzir esse fluxo na mesma escala. Por isso, temos sempre uma crise perversa de um setor que reproduz essa dinâmica central e de uma parte da população que lida com a exclusão. O historiador americano Kenneth Serbin recentemente escreveu sobre isso: os EUA mudaram a moral da poupança e da responsabilidade do trabalho para a moral do consumo. Uma economia hiperalavancada no endividamento necessita de uma subjetividade hiperalavancada no consumo.

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