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Arquivo diário: 14/03/2009

Perfil do consumidor de luxo no Brasil

A Ipsos, multinacional francesa de pesquisa, e o Luxury Marketing Council (LMC), organização internacional que reúne mais de 800 empresas associadas, representadas por presidentes e altos executivos de marcas líderes do mercado de luxo em todo o mundo, apresentam os principais resultados da pesquisa “Perfil do consumidor de luxo no Brasil”.

O objetivo deste estudo é entender melhor o perfil e o comportamento do consumidor, o mercado e os diferentes conceitos de luxo no Brasil, além de tratar de aspectos como a fidelidade com as marcas, as próximas tendências do mercado de luxo e o que busca o consumidor deste tipo de produto. Para tanto, foram realizadas 800 entrevistas com homens e mulheres de 18 a 60 anos, de alto poder aquisitivo. Além da etapa quantitativa, o estudo foi composto também por discussões em grupo, desk research e análise semiótica, o que proporciona uma visão holística do cenário pesquisado.

A pesquisa revela que a apreciação do luxo é muito similar entre homens e mulheres, e também não varia significativamente com a idade (embora os mais jovens sejam levemente mais interessados em produtos de luxo). No entanto, nota-se que, quanto maior a renda do consumidor, maior é o seu entusiasmo com o luxo. Entre os resultados mais interessantes, um dos destaques é que, para os brasileiros, o luxo significa qualidade, mas também hedonismo e estilo; para 77% dos entrevistados, luxo é uma recompensa pessoal e uma maneira de viver com estilo e design; já para 71% é puro prazer, e um modo de expressar estilo e personalidade.

Os entrevistados também revelaram suas expectativas ao adquirir para si próprios um produto de marca de luxo. As respostas mostram que a qualidade e autenticidade estão em primeiro plano, seguidos por inovação, exclusividade e experiência especial. 88% esperam qualidade superior, 85% querem garantira autenticidade do produto, 80% buscam inovação, 78% querem desfrutar de serviços personalizados, 74% buscam viver uma experiência inesquecível e 64% buscam desfrutar de uma relação especial com a marca. Outro dado significante diz respeito aos produtos e serviços associados à palavra “luxo”. Sem surpresas, com 64% das citações dos entrevistados, os automóveis aparecem em primeiro lugar (para os homens, das oito marcas
mais citadas, quatro são marcas de carro). Na sequência, aparecem as roupas, com 49%, e jóias, com 33%.

O estudo também mostra quais são os itens para os quais os consumidores dão mais atenção ao país em que foi produzido. Os grandes campeões são as bebidas alcoólicas (75% dão muita atenção ao país de origem do champagne, 68% dos vinhos e 66% dos destilados), seguidas por automóveis (65%), relógios (60%) e perfumes (58%). Com relação às fontes de informação sobre produtos de luxo, o estudo mostra que o boca a boca é fundamental, em todas as categorias avaliadas. As dicas das pessoas próximas aparecem em primeiro lugar, à frente de comerciais, anúncios e catálogos.

Por fim, a pesquisa mostra que para os brasileiros, o luxo é inquestionavelmente europeu. A França permanece como um forte símbolo do luxo, mas países como Suíça, Itália e Alemanha também são muito valorizados pelos consumidores de produtos de luxo do País.

Portal da propaganda

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Rede social mais importante que e-mail

A atividade mais popular na internet é o acesso a redes sociais, à frente de e-mails, de acordo com estudo lançado pela Nielsen. No total, 67% dos internautas exercem essa atividade, contra 65% que utilizam e-mails, sem contar o fato de que o crescimento do alcance das redes e blogs é duas vezes maior do que de outras ferramentas mais tradicionais, como portais, e-mails e buscas.

Enquanto as redes sociais crescem, os portais estão em declínio, diz o estudo, com participação caindo dos 24% de 2006 para 16% em 2008.Esses sites de relacionamento já representam 10% do tempo gasto pelas pessoas na internet. O Brasil se destaca neste quesito, com dedicação de 23% do tempo para as redes. Sem contar que o nosso País é o primeiro do ranking de alcance das redes, com 80% das pessoas que tem acesso à internet. Os Estados Unidos por exemplo tem índice de 67% e a Alemanha está bem abaixo, com 51%.

Outro fenômeno apontado é que as redes sociais estão quebrando a barreira dos jovens. A Nielsen descobriu que o maior crescimento da maior rede do mundo, o Facebook, veio da faixa de 35 a 49 anos. Além disso, houve acréscimo de duas vezes mais pessoas da faixa de 50 a 64 anos do que dos menores de 18.

A Nielsen aponta ainda que as três maiores redes sociais do Brasil são Orkut, Sonico e MySpace. O Facebook atinge somente 2% da população online do Brasil.

Em nível global, o Facebook tem 108 milhões de usuários (ou 30% da população internauta do mundo, segundo a Nielsen), contra 81 milhões do MySpace e 19,7 milhões do Classmates IOnline. Com a força dos usuários brasileiros, o Orkut é o quarto maior do mundo, com 17,5 milhões e o Linkedln têm 15%.

MMOnline

 
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Investimentos online

O Bradesco é o maior anunciante online do país. Em 2008, o banco investiu R$ 221.628.000 em mídia digital. O montante representa 13,9% do valor total investido no meio. É mais do que o dobro da verba utilizada no mesmo período pelo segundo colocado na lista, o Itaú, que investiu R$ 100.862.000 (6,3% do total). Com os dois primeiros colocados da lista, o mercado financeiro e de seguros ficou disparado na liderança dos que mais direcionam suas verbas para a internet. Ao todo, empresas desses setores investiram R$ 464.150.000 em mídia online – aproximadamente 10% do bolo de seus investimentos em publicidade foram destinados para internet.

Os números foram as grandes revelações do ranking dos principais investidores em internet realizado no Brasil pelo Ibope Nielsen Online (novo nome do Ibope/ NetRatings). É a primeira vez que o instituto de pesquisas reúne informações para formatar um panorama geral dos investimentos publicitários no meio, que passa a ter seus dados incluídos na sua já consagrada ferramenta de análise, o Monitor Evolution. Os dados começaram a ser apurados em janeiro de 2008, criando uma base de comparação para os últimos 12 meses.

O setor automotivo vem logo atrás dos bancos entre os que mais investiram em mídia digital. Ao todo, foram R$ 256.880.000. Ford (3°), Fiat (5°) e Volkswagem (9°) figuram entre os principais anunciantes da internet. Surpreendeu a sexta posição da Unilever Brasil no ranking. Única empresa do setor de higiene pessoal e beleza entre as dez primeiras, a companhia dedicou verbas de R$ 54.263.000 em anúncios online. Samsung (4°), Coca-Cola (7°), Sky Brasil (8°) e Brasil Telecom (10°) fecham a lista das Top 10.

Levando-se em conta o total de investimentos publicitários, a internet ficou com 2,7% das verbas, cerca de R$ 1,594 bilhão do bolo de R$ 59, 727 bilhões. O resultado difere do averiguado pelo projeto Inter-Meios, coordenado pelo Grupo M&M, que apontou na internet com um share de 3,54% do blo publicitário e um movimento total de R$ 760 milhões em 2008.

A divergência deve-se às diferenças de metodologias aplicadas por cada instituto: o Projeto Inter-Meios mede os investimentos feitos em midia a partir de dados fornecidos pelos próprios veículos à PriceWaterhouseCooper, enquanto que o Ibope tem como referência a tabela de preços bruta, sem levar em conta os descontos anunciados.

Jonas Furtado/ MMOnline

 
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