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Arquivo mensal: julho 2009

Foto da semana

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Publicado por em 31/07/2009 em Uncategorized

 

INTELIGÊNCIA E PRATICIDADE NA HORA DE CONSUMIR SOB IMPULSO DO DESIGN E DA PROPAGANDA

Empresas preocupadas com causas socioambientais têm a preferência dos compradores; estes, por sua vez, tornaram-se mais exigentes, práticos e conscientes; as crianças exercem enorme influência na hora da compra dos pais; os produtos compactos e diferenciados são os mais procurados graças à melhor adequação aos bolsos. Dentre outras considerações, Tathiane Frezarin, gerente de novos negócios da LatinPanel, lista estas que citamos como as principais características do público brasileiro na hora de escolher o que adquirir. Em palestra realizada pela Associação Brasileira de Embalagens (Abre) em São Paulo, nesta chuvosa manhã de quarta-feira, 29 de julho, Frezarin, embasada pelas pesquisas de conhecimento do comportamento do consumidor, falou para aproximadamente 60 participantes sobre o novo perfil do público nacional. Crise? Ela não passou em brancas nuvens na conferência, mas, conforme pontuado pela executiva, nem em seus piores momentos fez com que o otimismo tupiniquim diminuísse demasiadamente – ao ser aferido, o índice que era de 90% em dezembro de 2008 passou para os atuais 77% entre os nossos cidadãos. “A crise deixou o brasileiro em dúvida na hora de comprar e fez com que, com a readequação dos bolsos, o consumo fosse mais voltado aos produtos para o lar”, atesta Frezarin. “O bolso do cidadão é um só, o refrigerante que ele compra vai competir com os gastos da viagem familiar, com a conta do celular e assim por diante. O consumidor se tornou muito mais seletivo e exigente”, enfatiza a profissional, ressaltando, porém, que o brasileiro não se importa em pagar mais caro pelos produtos que agregam valor e praticidade à vida cotidiana. Que o Brasil é emergente e tem conquistado enorme destaque no cenário econômico mundial já estamos cansados de ouvir. Contudo, foi apresentada pela palestrante uma redefinição de nossa pirâmide social. “As classes D e E subiram para C e essa está se fortalecendo gradativamente.” Os lares compostos por uma ou duas pessoas têm crescido a cada ano no País, consequentemente, um novo nicho consumidor foi gerado, fazendo com que a venda de produtos funcionais, como cereais, iogurtes, lasanhas pré-cozidas e pizzas, subisse significativamente. Outro fator que impulsionou o consumo foi o aumento da participação das mulheres na renda familiar. “Estamos presenciando uma inversão de papéis. Hoje em dia, para se ter uma ideia, 37% das mulheres consomem cerveja e 40% dos homens compram cremes e loções”, destaca Frezarin. Outra importante constatação da conferencista: os consumidores estão muito mais preocupados com a saúde e levam – e muito – em consideração a questão da sustentabilidade. A chamada “consciência verde” tem pautado cada vez mais o consumo brasileiro, segundo os estudos realizados pela LatinPanel. Mesmo com as novas posturas adotadas na hora da compra, Frezarin assevera que o comprador, além de não abrir mão das promoções, continua sendo orientado pela publicidade e é ávido por inovações. Fato esse que, de acordo com a palestrante, exige maior empenho dos vendedores, pois a fidelização do público tem se tornado uma difícil tarefa.

Por Portal da Propaganda

 
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Publicado por em 30/07/2009 em Uncategorized

 

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2010 deve ser o ano da habitaçao popular no Brasil

Tudo indica que 2010 será o ano da habitaçao popular no Brasil. A Classe C, que representa 52% da populaçao, já sonhava com a casa própria, passou a ter renda para pagar as prestaçoes e agora, com programas de financiamento facilitado, como o ‘Minha Casa, Minha Vida’, patrocinado pelo Governo, passa a ter crédito para transformar o sonho em realidade. 

Porém, para vender apartamentos para a Nova Classe Média brasileira é preciso saber atender aos anseios e minimizar os receios desse povo. Por exemplo, o ideal é que os prédios tenham no máximo 1 piso térreo e 4 andares. Assim, o empreendimento nao precisa de elevador, o que reduz o custo do condomínio – uma enorme fonte de preocupaçao para esse consumidor. A localizaçao deve ser próxima de estaçoes de metrô ou linhas de ônibus, para facilitar o deslocamento para o trabalho. E as parcelas precisam caber no orçamento, claro. Por isso, para quem é inquilino, o ideal é comprar apartamento em prédio pronto, para poder trocar a locaçao pela prestaçao. Vale lembrar, porém, que segundo dados do Data Popular apenas 17,6% dos brasileiros pagam aluguel. A grande maioria dos que querem ter seu próprio canto vive com parentes. A família, aliás, é o grande lastro dessas pessoas. Por isso mesmo, elas preferem imóveis próximos das casas dos pais, sogros ou irmaos, onde sabem que encontrarao ajuda nas horas de necessidade. 

Na semana passada conversei com Dirce Amaral, diretora de marketing da Tenda, empresa que para vender apartamentos populares praticamente atua como um verdadeiro despachante do cliente, viabiliza o financiamento e orienta na escolha do melhor imóvel. Para fechar negócios, a Tenda tem se apoiado cada vez mais na internet – somente este mês, o total de agendamentos de visitas com corretores acertadas pela web deve chegar a 22 mil. Dirce contou ainda que cerca de 80% dos acessos ao seu site acontecem durante o dia, quando seus clientes potenciais utilizam os computadores do trabalho. Os lançamentos sao anunciados em TV aberta e jornais – principalmente os gratuitos – e os imóveis sao vendidas em lojas, da mesma forma como redes de varejo comercializam geladeiras. Empresas como a Tenda, dispostas a entender e atender tao bem a emergente classe média brasileira estarao certamente entre as mais bem sucedidas do país nos próximos anos.

Por Blue Bus/ Luiz Marinho

 
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Publicado por em 29/07/2009 em Uncategorized

 

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Marcas, Massas e Métricas, a web está com mto mais gás

O resultado de uma série de pesquisas divulgadas recentemente e a última campanha do UOL mostram que a internet já virou mídia de massa. Independente da fonte (IBOPE, IPSOS, DataFolha, Comitê Gestor), já temos cerca de 60 ou 65 milhoes de brasileiros com acesso, dos quais cerca de 30 milhoes utilizam a rede pelo menos uma vez por semana, somente nas principais regioes metropolitanas. Nesses locais, o contato com a web supera jornais, revistas e TV por assinatura, de acordo com o Ibpoe.

A próxima grande transformaçao é quando a massa virar mídia – ou seja, as redes sociais, blogs, wikis, etc, superarem ou empatarem com a mídia tradicional. Algumas pesquisas divulgadas recentemente sugerem que esta transformaçao está a caminho. Segundo a comScore, já sao mais de 700 milhoes de internautas mundialmente utilizando este tipo de site, com uma média verificada de quase 4 horas mensais. 

Os números dao uma face quantitativa para um fenômeno qualitativamente muito mais importante – a publicidade baseada na exposiçao de marca nao comanda mais sozinha o processo de compra. Talvez ela nunca tenha comandado mesmo na mídia analógica, mas era difícil medir isso. Agora nao é mais. O estudo global da Nielsen sobre consumidores mostra que as opinioes dos internautas já empatam em termos de credibilidade (70%) com os sites de marcas e superam a publicidade na TV, jornais e revistas. Em estudo similar, de 2007, esse número era de 61%. 

Em pouco tempo, vamos ver o aparecimento de sistemas de ROI em mídia social capazes de justificar um investimento mais agressivo em iniciativas neste campo. O IAB divulgou em maio um guia de métricas para mídias sociais cobrindo razoavelmente os aspectos quantitativos da utilizaçao de blogs, wikis, widgets, etc. É um primeiro passo. O próximo será incorporar análises qualitativas, que levem em conta nao somente a intensidade, mas principalmente a ressonância dos comentários nas redes sociais. Essa combinaçao irá transformar a mídia social digital em uma das mais efetivas formas de branding na próxima década.

Por Blue Bus/ Marcelo Coutinho

 
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Publicado por em 29/07/2009 em Uncategorized

 

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Quem investiu mais gerou mais buzz

Estudo da BrandIndex aponta que as empresas que mais investiram em publicidade são as que mais conseguiram gerar um buzz no primeiro semestre do ano.

Dentre os destaques dos estudos estão os resultados de empresas como Morgan Stanley, Ford e Home Depot, que mesmo diante das notícias negativas que envolveram os setores no quais atuam, conseguiram melhorar sua percepção diante do consumidor. Outros que capturaram as atenções dos consumidores foram Microsoft, Best Buy e KFC.

Para Ted Marzilli, diretor administrativo da BrandIndex, as marcas que estão tomando a iniciativa estão atingindo resultados, citando o caso da campanha Laptop Hunters, da Microsoft (que compara os preços de PC e Mac), e uma promoção da KFC com a apresentadora Oprah Winfrey.

Dentre as empresas com boa percepção no primeiro semestre ficou também a LG, que lançou uma parceria online e no impresso com o grupo de mídia Conde Nast. Outro destaque, a Ford, gerou buzz positivo por ter recusado o auxílio do governo federal, indo na contramão de General Motors e Chrysler, cujas marcas perderam espaço.

Para Marzilli, “será interessante ver nos próximos meses se as pessoas irão gastar seu dinheiro com a Ford, ao invés de apenas apreciar o que eles têm feito”.

No setor financeiro, uma série de empresas, como Citibank, Bank of America, AIG e Wells Fargo, tiveram declínio na percepção. O Morgan Stanley, entretanto, buscou se aproximar dos consumidores, além de ter lançado uma grande campanha e gerado notícia com a compra de grande parte da Smith Barney.

No varejo, outro setor em crise, destaque para a Home Depot e a Lowe, que tiveram aumento no buzz, graças, segundo Marzilli, aos esforços para focar em projetos mais baratos e menores de reformas na casa. A Best Buy fez com que os consumidores passassem a vê-la de maneira mais orientada pelo preço, por causa da campanha de Garantia de Preço Baixo, uma estratégia que evitou perda de clientes para o Walmart.

As dez empresas com maior crescimento no valor percebido foram: LG (17,1%), Ford (15,2%), Facebook (11,5%), Best Buy (8,5%) Crystal Light (8,3%). Krispy Kreme (7,9%), KFC (7,3%), Youtube (7,3%), McDonald´s (7,1%) e Crush (7%).

Os maiores declínios foram de Craigslist (-13,7%), General Electric (-10,9%), Citibank (-8,5%), Bank of America (-8,3%), Pioneer (-7,4%), CNN (-7,2%), AIG (-7,2%), Wells Fargo (-7%), Lifetime (-6,6%) e Lee (-6,5%).

Do Advertising Age.

 

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“Digital é diferente de interativo”, dizem publicitários

Sob a temática “Internet como plataforma de resultados”, aconteceu na manhã desta terça-feira, 28, o 3º iG Digital Day, evento promovido pelo portal e que tem como objetivo analisar exemplos bem-sucedidos de publicidade digital, debater idéias e discutir tendências.

Com a participação de Rei Inamoto, diretor global de criação da agência AKQA, Fernanda Romano, diretora criativa global da Euro RSCG e do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, o evento contou com uma platéia de profissionais de agências de publicidade e anunciantes.

Segundo Fernanda, já era hora de o mercado parar de tentar convencer as pessoas de que a internet traz resultados, já que essa é uma realidade mais do que comprovada no mundo todo. “O mundo mudou e o branding tem que mudar. Hoje em dia a opinião de um blogueiro bacana é mais importante do que se lê no The Wall Street Journal”, acredita a diretora. “Eu particularmente detesto a palavra digital. O segredo é interatividade. As pessoas só não repudiam a publicidade independente do meio quando não a categorizam como publicidade. Elas precisam de algo que as estimule a gostar das marcas”, completou.

O coro foi engrossado por Inamoto, para quem a nova geração não faz a leitura de que faz parte de uma nova sociedade digital. “Falar em digital vai ser sinal de atraso em um futuro muito próximo. É uma palavra que não significa nada para os jovens consumidores. O importante agora é que as pessoas parem de falar e comecem a fazer para que o mercado possa seguir sua evolução natural”, disse.

Como estimular o uso da internet
Questionado sobre o que os profissionais alocados na mídia online poderiam fazer para que o canal crescesse em participação no mercado brasileiro (balizado pelo modelo criado para a televisão), Fernanda disse acreditar que a saída esteja na união e na rebeldia. “Na minha época criamos a ‘Máfia’ e trabalhávamos muito próximos dos veículos para poder dar vida a projetos inovadores. Os profissionais devem procurar aliados e se unirem em torno de um objetivo comum”, aconselhou. “As pessoas mão trocam mais idéia, não compartilham conhecimento. A mentalidade como um todo precisa evoluir. É como diz o Rei (Inamoto): parem de falar. Comecem a fazer”, finalizou.

Por MMonline

 
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Publicado por em 29/07/2009 em Uncategorized

 

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CINQUENTA CONSELHOS PARA OS POLÍTICOS!

Leia os conselhos dados por Cesar Maia, ex-Prefeito da cidade do Rio de Janeiro aos candidatos

http://writer.zoho.com/public/blogdocesarmaia/50-CONSELHOS-PARA-OS-POLITICOS1

Por Ex-blog do Cesar Maia

 
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Publicado por em 29/07/2009 em Uncategorized

 
 
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