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Arquivo mensal: novembro 2009

Marketing visão 360 graus

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Publicado por em 27/11/2009 em Uncategorized

 

Empresariado Industrial, Democracia e Poder Político

 

Os empresários industriais e a burocracia pública formaram
um pacto político que foi dominante no Brasil desde os anos de 1930 até a década de 1980. O nacional-desenvolvimento
era a estratégia de desenvolvimento que esse grupo adotou. Entretanto, o desastre econômico e político que o Plano Cruzado
representou e a hegemonia mundial do neoliberalismo desde os anos de 1980 foram determinantes na sua perda de
poder. A Fiesp e o Iedi não foram capazes de apresentar um discurso alternativo ao discurso então dominante neoliberal.
A partir de 2000, porém, e particularmente desde o governo Lula, existem sinais de que estão reorganizando seu discurso
e dando um conteúdo macroeconômico mais consistente com o controle da inflação e o crescimento econômico.

Os empresários industriais e a burocracia pública formaramum pacto político que foi dominante no Brasil desde os anos de 1930 até a década de 1980. O nacional-desenvolvimentoera a estratégia de desenvolvimento que esse grupo adotou. Entretanto, o desastre econômico e político que o Plano Cruzadorepresentou e a hegemonia mundial do neoliberalismo desde os anos de 1980 foram determinantes na sua perda depoder. A Fiesp e o Iedi não foram capazes de apresentar um discurso alternativo ao discurso então dominante neoliberal.A partir de 2000, porém, e particularmente desde o governo Lula, existem sinais de que estão reorganizando seu discursoe dando um conteúdo macroeconômico mais consistente com o controle da inflação e o crescimento econômico.

Leia artigo: http://novosestudos.uol.com.br/acervo/download.asp?idMateria=1342

 

 
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Publicado por em 26/11/2009 em Uncategorized

 

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Twitter é mais usado que Orkut, diz pesquisa

De acordo com pesquisa realizada pela empresa de monitoração E-Life e divulgada nesta quarta-feira, 25, o Twitter é considerado o principal serviço de mídia social pela maioria dos internautas brasileiros. 38,5% dos 1.277 entrevistados avaliam o microblog como o site mais importante de seu segmento, contra 26,9% que preferem o Orkut. 51% dos “twitteiros” acessam a web via celular.

Segundo conclusão dos responsáveis pela análise, as motivações dos usuários do Twitter e dos Orkut são diferentes: os primeiros estão em busca de se atualizar; o segundo, de se manterem próximos de seu círculo de contatos. Facebook (3,1%) e YouTube (2,7%) só aparecem no ranking nos quinto e sexto lugares, respectivamente.

A idade média dos que participaram do estudo é 28 anos. 46% deles estão no estado de São Paulo, 42,7% têm renda familiar superior a R$ 4.151 mensais e quase 17% trabalham em agências de propaganda ou de comunicação.

Mais de 70% dizem ainda que consomem outros tipos de mídia ao menos uma vez por semana e veem na cobertura de revistas e jornais a fonte mais confiável de informação (nota 3,7, numa escala de 1 a 5). A produção própria de conteúdo, porém, mostra-se um hábito cotidiano: 65,5% dos consultados mantém um blog atualmente – e 80,9% dos que nunca foram procurados para veicular posts pagos aceitariam fazê-lo.

Por MMonline

 
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Publicado por em 26/11/2009 em Uncategorized

 

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CNT/Sensus – PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL RODADA 99

O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, atribuiu o crescimento da avaliação positiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 76,8%, em setembro, para 78,9% este mês,  ao bom desempenho da economia brasileira e aos programas sociais do governo federal, responsáveis pela geração de emprego e renda.

“O povo vê melhoras na sua capacidade de renda e credita isso ao governo do presidente Lula”, afirmou o presidente da CNT, ao comentar, nesta segunda-feira (23 de novembro), os resultados da 99ª rodada da Pesquisa CNT/Sensus.

A pesquisa mostra que a avaliação do governo também apresentou crescimento e passou de 65,4% para 70% no período.

Fatores como o respeito que o presidente adquiriu junto à comunidade internacional e a simplicidade de seu discurso ajudam a aproximá-lo da população brasileira, avalia Clésio Andrade.

Serra

A rodada 99 da Pesquisa CNT Sensus indica uma queda no desempenho do governador de São Paulo, José Serra, virtual candidato do PSDB à sucessão do presidente Lula em 2010.

Na avaliação do diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, essa queda atingiu 15 pontos percentuais no período de um ano.

Para o presidente da CNT, Clésio Andrade, essa tendência negativa de Serra se justifica principalmente pela forte identificação do governador paulista com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na Pesquisa, FHC aparece com um índice de rejeição de quase 50%.

Clésio Andrade não descarta, também, que o silêncio de Serra em relação a sua candidatura possa pesar negativamente junto ao eleitorado.

Crescimento

Em relação às possíveis candidaturas da ministra Dilma Rousseff (PT) e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), o presidente da CNT lembra que sucessivas pesquisas têm mostrado crescimento consistente de ambos.

Uma eventual chapa Aécio Neves/Ciro Gomes (PSB) seria bastante competitiva, de acordo com o presidente da CNT, “porque passa a ser uma disputa não do PSDB com o PT, mas de uma grande coligação contra o PT”.

Apoio de Lula

Clésio Andrade entende que o apoio de Lula à ministra Dilma é fundamental e crê que a transferência direta de votos  já ocorreu, mas pede atenção para os futuros movimentos políticos e resultados econômicos dos próximos meses, que podem influenciar na eleição do ano que vem.

Ao comentar as expectativas dos brasileiros em relação à conjuntura econômica em 2010, Clésio Andrade reconhece que o clima é de otimismo. “O povo está acreditando realmente no país. E o vê como o país da vez. Acredita no governo e que o Brasil vai se destacar perante o mundo.”

Leia o relatório: http://www.cnt.org.br/portal/img/arquivos/Relatório%20Síntese%20CNT%2099.pdf

 
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Publicado por em 25/11/2009 em Uncategorized

 

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Grifes de luxo reagem à crise

ois do estouro da crise. As calças da marca custam de R$ 800 a R$ 2 mil. E, apesar do preço, vendem bem.

“O mercado brasileiro não foi afetado, tanto que abrimos essa loja agora e vamos inaugurar a terceira no Rio no início do ano. A recuperação foi multo rápida”, diz o empresário. A francesa Véronique Clavarie, responsável pela operação da Cartier no Brasil, também está animada com o interesse da clientela. No entanto, por causa da retração que obrigou a matriz a apertar o cinto, ela teve de fazer alguns ajustes na subsidiária. Uma delas foi reduzir as verbas para eventos. “Agora selecionamos com muito mais cuidado onde vamos gastar”, diz Véronique.

Se no passado a empresa fazia festas em que facilmente se gastava R$ 300 mil, agora optou por eventos menores, como um chá da tarde para um grupo de amigas ou, como aconteceu recentemente, uma festa para 300 colecionadores de relógios com o objetivo de apresentar uma linha de produtos vendidos por até R$ 240 mil.

A operação brasileira, junta mente com a chinesa e do Oriente Médio, são as únicas com crescimento, segundo a representante da Cartier.

Outro caminho da Cartier para não deixar a má fase durar muito tempo foi o desenvolvimento de novas linhas. A recém lançada Les Must tem produtos como o porta-cartões colorido de couro a partir de R$ 200 – praticamente uma pechincha para uma marca que chega a vender no país colares de R$ 300 mil.

A primeira remessa do lançamento vendeu tão rapidamente que Véronique teve de antecipar os novos pedidos. “É como uma pequena tentação. Em tempos de crise, a empresa decidiu apostar nos pequenos prazeres para o dia a dia, sem ostentação”, explica a executiva.

Diretor da consultoria GFK, Ricardo Moura diz que a previsão é que neste ano o mercado de luxo cresça 8%. É muito para um ano que parecia perdido para o setor, mas é pouco perto da taxa de crescimento dos anos anteriores – 12,5% em 2008 e 17% em 2007. A expectativa é de que em 2009 o faturamento do segmento de luxo chegue a US$ 6,45 bilhões. “Esse valor é só das vendas no mercado interno, não inclui o que os brasileiros compram fora do país. De acordo com pesquisa feita pela GFK com os lojistas, se esse público transferisse as compras no exterior para o Brasil, o faturamento aumentaria 61%”, explica Moura.

A executiva de uma das maiores empresas do mercado de luxo no Brasil conta que nem mesmo o dólar baixo e as viagens para o exterior atrapalham as vendas. “Em viagem ao lado do marido, a mulher não vai comprar tudo o que gostaria. Ele vai perguntar para quê outra bolsa ou outro sapato e frear as compras. Já aqui ela compra muito mais e pode pagar parcelado no cartão”, diz. Mas quando pode, é claro, a consumidora brasileira aproveita as “barganhas” fora do Brasil. É o caso das bolsas Hermès, que na Europa custam na faixa dos €6 mil e aqui são vendidas por R$ 30 mil. A marca, por sinal, foi uma que escolheu 2009 para desembarcar no país há dois meses. Outra foi a Christian Louboutin.

Os preços, por aqui, em parte são altos devido aos tributos de importação. Essa, por sinal, é uma das principais queixas dos lojistas do mercado brasileiro do luxo, segundo a pesquisa da GFK.

“No exterior, o mercado está reagindo, mas com limitações. Infelizmente os preços no Brasil são muito altos e restritivos por causa dos impostos. É um limitador para o crescimento no país, apesar de o brasileiro adorar o luxo”, disse Paolo Zegna, presidente mundial da Ermenegildo Zegna, em visita recente a São Paulo.

78% dos ricos são fiéis às marcas que usam

O poder aquisitivo dá à elite brasileira condições de se comprometer com despesas bem diferentes da média nacional, como mostra levantamento do IBOPE Mídia, o The Elite Consumer. Segundo a pesquisa, feita com os 5% mais ricos da população, com 670 entrevistas realizadas entre julho e agosto, 81% concordam que vale a pena pagar mais caro por produtos de qualidade.

De acordo com a pesquisa, 57% da elite pretendem comprar celular nos próximos 12 meses. Parece pouco, mas quando a pesquisa abrange todas as classes sociais, a intenção de compra cai para 6,24%. Outra diferença. Do total da população, 12% viajaram de avião nos últimos 12 meses. Entre os mais ricos, o número sobe para 64%.

Esse público se informa muito pela internet antes de fazer uma compra. Ao todo, 91% buscam algum tipo de informação na rede antes de fechar negócio. Outra característica dos consumidores da elite é a fidelidade. Ao todo, 78% são fiéis às marcas que usam. “As empresas devem entender que o consumidor com este perfil sabe muito bem o que quer”, diz Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

Para quem duvida do gosto das mulheres pelos cosméticos, a confirmação. As consumidoras da elite gastaram em média US$ 733 com cosméticos nos últimos 12 meses e os homens desembolsaram com o mesmo tipo de produto, só que para dar de presente, R$ 616.

 
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Publicado por em 25/11/2009 em Uncategorized

 

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Elite

Com o objetivo de conhecer de forma detalhada os hábitos e comportamentos de consumo da população com alto poder aquisitivo, o IBOPE Mídia lança um estudo inédito que desvenda o perfil da chamada elite brasileira.

A pesquisa The Elite Consumer retrata as opiniões dos usuários de internet que figuram na camada Top 5% de alto potencial de consumo, de acordo com o padrão de Nível Socieconômico adotado pelo Target Group Index na América Latina, e além do Brasil foi realizada em países como Argentina, Colômbia e México. “Há alguns anos era latente a demanda por conhecer melhor este consumidor. Agora podemos apresentar um quadro abrangente e harmonizado deste segmento em vários países da América Latina”, afirma Roberto Lobl, diretor de negócios do IBOPE Media.

O estudo aponta que 85% deste público seleto confia na internet como fonte de informação – 91% deles buscam dados na web sobre produtos antes de efetuarem uma compra. Os brasileiros destacam-se no entendimento de que o consumo online é mais conveniente (82%), se comparados a argentinos, colombianos e mexicanos, que se mostram mais conservadores: menos da metade concorda com esta percepção.

Na hora de comprar, a maioria da população (81%) concorda que vale a pena pagar mais por produtos de qualidade e a lealdade às marcas é evidenciada por 70% dos consumidores de alto padrão no Brasil, México e Argentina. “A pesquisa traça um verdadeiro retrato do consumidor premium,  que valoriza o luxo e a excelência dos produtos e marcas com que interage”, destaca Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

Em relação a intenção de compra nos próximos 12 meses, 50% dos brasileiros apontam o aparelho Smartphone como objeto de desejo. Quando questionadas, 76% das mulheres comprariam produtos para o cuidado com a pele, 50% optariam por um computador e 45% por roupas de grife. A média de gasto dessas mulheres com cosméticos, nos últimos 12 meses, foi de R$ 733.

Já entre o público masculino destacam-se produtos como telefone celular (57%), computadores (54%), perfumes (49%) e roupas de grife (41%). Quando o tema é beleza, 50% dos homens adquiriram produtos para o cuidado com a pele para consumo próprio e 35% para dar de presente. O gasto médio anual masculino com presentes desta categoria é de R$ 616, enquanto o feminino é de R$300.

A população retratada pelo The Elite Consumer possui alta taxa de uso de serviços bancários e faz ampla utilização dos autosserviços financeiros: 63% deles usam home banking, enquanto 56% delas usufruem da ferramenta – 49% do público masculino utiliza o caixa eletrônico contra 45% das mulheres e o índice de acesso via internet pelo celular é de 6% para eles e 4% para elas.

Metodologia
O estudo The Elite Consumer é aferido com o mesmo padrão metodológico na Argentina, Brasil, Colômbia e México, com pessoas de 20 a 64 anos, que representam o top 5% em nível sócio-econômico e que tenham acessado a internet nos últimos 3 meses.

 
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Publicado por em 25/11/2009 em Uncategorized

 

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Marketing eleitoral

 
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Publicado por em 25/11/2009 em Uncategorized

 
 
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