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Arquivo diário: 06/04/2010

Participação da Classe C no país sobe de 45% para 49% da população

A classe C ampliou sua participação para 49% da população brasileira em 2009, ano marcado pela crise financeira global, ante 45% no ano anterior. Já as classes A/B subiram de 15% para 16%, enquanto as D/E caíram de 40% para 35% do total, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas, em conjunto com a Ipsos.

Segundo o “Observador Brasil 2010”, a expansão da classe C chegou a 15 pontos percentuais, considerando os dados desde 2005, quando essa fatia da população representava 34% do total. Naquele ano, as classes A/B respondiam por 15% e as D/E por 51%.

Nos últimos cinco anos, a classe C ganhou 30,2 milhões de consumidores. Já os segmentos D/E perderam 26,1 milhões.

Entre 2008 e 2009, a renda familiar média mensal caiu nas classes A e B de R$ 2.586 para R$ 2.533, mas subiu na C (de R$ 1.201 para R$ 1.276) e nas D/E (de R$ 650 para R$ 733).

Já a renda disponível, calculada subtraindo do rendimento total todos os gastos e investimentos, caiu em todos os estratos. Nas classes A/B, o número em 2009 foi de R$ 690, ante R$ 834 no ano anterior. Na C, caiu de R$ 212 para R$ 204 e nas D/E de R$ 69 para R$ 61.

Na análise por regiões, o Nordeste e o Sudeste tiveram um aumento da renda familiar mensal semelhante entre 2008 e 2009, de R$ 178 e R$ 179, respectivamente. No entanto, a renda disponível foi R$ 65 maior no Nordeste, e R$ 14 inferior no Sudeste.

As classes sociais utilizadas no estudo são as definidas pelo CCEB (Critério de Classificação Econômica Brasil), fornecido pela Abec (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa). A pesquisa se baseia em uma amostra de 1.500 entrevistas, realizadas entre os dias 18 e 29 de dezembro de 2009 em 70 cidades, abrangendo nove regiões metropolitanas do país.

Por UOL

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A cabeça do jornalista: opiniões e valores políticos

Os meios de comunicação jogam papel central no funcionamento de regimes democráticos (DAHL, 2005) pois exercem uma função de investigação e divulgação do desempenho de atores públicos e privados que confere transparência ao sistema político. Os meios de comunicação também instruem e informam os cidadãos sobre o sistema político exercendo, portanto, uma função pedagógica essencial nas sociedades modernas. Como apontam vários autores que estudam o papel dos meios de comunicação e sua interface com a política, uma imprensa livre e autônoma é fundamental para o fortalecimento da democracia e para o exercício mais completo do controle social sobre o poder político (LAWSON, 2002). Por último, em uma visão mais sociológica da democracia, baseada em uma interpretação discursiva da mesma, processos comunicativos são centrais para a formação de espaços públicos de deliberação e os meios de comunicação exercem papel central na construção dessas arenas (AVRITZER e COSTA 2004). 

Contudo, afora editoriais de jornais e blogs – que normalmente representam a opinião da empresa, de uma coletividade, de uma organização ou apenas de um indivíduo –, não temos informações concretas sobre como pensam as pessoas que operam os meios de comunicação no Brasil como um todo. Editoriais e blogs não permitem generalizações sobre como pensa o universo de jornalistas no país. Um modo de se chegar a conclusões sobre essas opiniões é a realização de pesquisa de opinião pública com jornalistas, nos moldes das realizadas pelo the Press há pesquisas de opinião semelhantes no Brasil enfocando jornalistas. Dessa forma, não temos muitas informações, ao nível individual, sobre como pensam os jornalistas brasileiros acerca da política, economia e sociedade embasadas em uma amostra que inclua jornalistas de todo o país e exercendo funções variadas na indústria da mídia.
The Pew Research Center for the People and(http://people-press.org/) nos EUA. Até onde sabemos, não há pesquisas de opinião semelhantes no Brasil enfocando jornalistas. Dessa forma, não temos muitas informações, ao nível individual, sobre como pensam os jornalistas brasileiros acerca da política, economia e sociedade embasadas em uma amostra que inclua jornalistas de todo o país e exercendo funções variadas na indústria da mídia. Desvendar o que passa pela cabeça dos jornalistas é fundamental para entendermos suas aspirações, valores e crenças que, indiscutivelmente, influenciarão suas coberturas jornalísticas. Obviamente que distanciamento, fidedignidade, compromisso com o fato e imparcialidade são valores centrais no exercício da profissão. Mas o fato de termos opiniões pessoais e ideias consolidadas sobre o mundo impõe-nos lentes que orientam a leitura da realidade, podendo gerar vieses em nossas interpretações e descrições do mundo. Isso ocorre com qualquer profissional, e jornalistas não são diferentes. Assim, entender como as pessoas que produzem informação no Brasil pensam a sociedade, a economia e a política passa a ser fundamental para entendermos como e por quem essa informação é produzida.

Leia artigo: http://www.cebela.org.br/site/baCMS/files/338501ART1%20Daniel%20Marcelino.pdf

 

Por ADNews/ Daniel Marcelino/

Lucio Rennó/ Ricardo Mendes/ Wladimir GramachoLucio Rennó/ Ricardo Mendes/ Wladimir Gramacho

 

 
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Pesquisa aponta que algumas empresas paulistas encaram os desafios desses sites em nome do relacionamento com os consumidores

Através de um mapeamento detalhados da internet nacional, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) acaba de concluir uma pesquisa inédita sobre o uso das redes sociais pelas micro e pequenas empresas alocadas no estado de São Paulo.

Segundo o levantamento – feito com base em 500 entrevistas de todos os segmentos -, 17% das empresas pesquisadas já possuem cadastros em redes sociais com o objetivo de estreitar o relacionamento com os consumidores e balizarem suas ações junto ao público. Entre as mais ativas nesses ambientes, destacam-se as instituições financeiras com 26% de adesão. “Em contrapartida, o comércio varejista é o que faz menos uso da plataforma, contando com 12% das empresas”, conta Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP.

Quando considerado o porte das empresas ativas nas redes sociais, quase 25% das pequenas empresas se dizem incluídas nesse contexto. “Embora ainda seja um número incipiente, seu potencial é imenso. Cada vez mais, o pequeno e médio empreendedor percebe a importância da web 2.0 para seu negócio e o retorno que pode apresentar no seu dia a dia”, aponta a especialista.

Apesar de ainda terem pouca penetração entre as empresas pesquisadas, mais da metade dos respondentes afirmou que já procura monitorar o que é dito na internet. Das que fazem esse tipo de monitoramento, 61% o faz internamente através de um profissional de marketing, de outra equipe ou pelo proprietário. Ainda de acordo com a pesquisa, 27% dos respondentes fazem monitoramento diário e 41% semanal. A maioria, porem, admite não responder aos comentários detectados na rede. “Isso, contudo, não é de todo ruim, pois, nas redes sociais é importante ter muito cuidado e saber como atuar. Não é indicado ter uma atitude invasiva”, coloca Sandra.

As mais utilizadas
Entre os endereços sociais mais utilizados, destacam-se Orkut, Twitter e Facebook. O primeiro é apontado como preferido por ter uma base de usuários bastante grande e ativa. Já o Twitter ganhou espaço por apresentar crescimento exponencial e ter como características a praticidade e rapidez. “O Facebook, por sua vez, aparece como a rede mais utilizada no mundo e apresenta ferramentas comuns ao Orkut e ao Twitter. Além disso, a tendência é que seu uso cresça ainda mais”, considera Sandra.

Além do relacionamento direto com os consumidores, as redes sociais são consideradas grande aliadas na conquista de novos clientes e na busca de informações de mercado. “O bom relacionamento com os públicos reflete diretamente na imagem da empresa, ajudando a estreitar os vales entre discurso e imagem, ou seja, entre o que se diz e o que é percebido”, ressalta Sandra. “Além disso, com as possibilidades de segmentação que as redes sociais proporcionam, elas se tornam canais altamente propícios para efetuar pesquisas de mercado, de público-alvo, lançamento de novos produtos e afins”, menciona a executiva.
Por MMonline

 
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