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Arquivo diário: 30/09/2010

Ibope e Datafolha diferem nos números mas concordam nas tendências: Dilma estável

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostra estabilidade de Dilma Rousseff (PT). Em relação à sondagem de segunda-feira do mesmo instituto, a petista oscilou um ponto para cima e chegou a 47% do total de votos (o que equivale a 52% dos votos válidos). Isso mostra que não há tendência de queda contínua da candidata de Lula, como a pesquisa anterior do Datafolha parecia sugerir.

Estabilidade foi também o que mostrou a pesquisa Ibope/CNI divulgada na quarta-feira. A diferença é que o Ibope confere a Dilma 50% do total de votos (ou 55% dos votos válidos). No Ibope, a petista não oscilou nenhum ponto vis-a-vis a sondagem anterior, concluída na sexta-feira.
Ainda comparando os dois institutos, o Ibope dá José Serra (PSDB) com 27% do total de votos, contra 28% no Datafolha. Marina Silva (PV) chega a 14% no Datafolha, contra 13% no Ibope. E os candidatos dos pequenos partidos somam 2% no Datafolha, contra 1% no Ibope. As diferenças estão todas dentro da margem de erro, mas, em conjunto, sinalizam cenários distintos.


De acordo com o Ibope, mantido o quadro atual, Dilma seria eleita no primeiro turno. Já os números do Datafolha desenham um quadro mais indefinido: considerada a margem de erro, Dilma teria, no mínimo, 50% dos votos válidos, que é o limite da maioria absoluta necessária para garantir a vitória em turno único.

A pesquisa Sensus ficou no meio do caminho entre Ibope e Datafolha. No total de votos, deu 48% a Dilma, 26% a Serra, 12% a Marina e 2% aos nanicos. Em votos válidos, porém, o resultado ficou igual ao do Ibope: 55% para Dilma.
O tracking diário (pesquisa cuja amostra é uma média móvel que renova 25% das entrevistas por dia) do Vox Populi vem, lentamente, se aproximando do resultado dos outros institutos. Nesta quarta-feira, fechou, no total de votos, com 49% para Dilma, 26% para Serra e 12% para Marina. Nos votos válidos, iguala Ibope e Sensus: 55% para Dilma.
Com maior ou menor margem, as pesquisas indicam uma probabilidade maior de definição da eleição já no primeiro turno, mas há o debate entre os presidenciáveis na noite desta quinta-feira na TV Globo, e isso pode provocar alterações nesses percentuais. Por menores que sejam, podem ser suficientes para levar a balança a pender de um lado para o outro.
Por isso, ao contrário do que imaginava duas semanas atrás, é impossível prever o resultado final da eleição com segurança antes da rodada final de pesquisas. Três sondagens devem ser divulgadas na véspera da eleição: do Ibope, Datafolha e Vox Populi. Talvez essas permitam um prognóstico. Mas dificilmente uma certeza.

Por OESP/Jose Roberto Toledo

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Na média das 4 pesquisas da semana, Dilma tem 53% dos votos válidos: limite do 1º turno

Foram quatro pesquisas presidenciais concluídas esta semana: duas do Datafolha, uma do Ibope e outra do Sensus. A média das quatro aponta Dilma Rousseff (PT) com 53% dos votos válidos. Descontada a margem de erro, de 2 pontos porcentuais, a petista chegaria no mínimo a 51%, o que lhe daria a vitória no primeiro turno.
Embora essa seja a maior probabilidade, não se pode afastar totalmente a chance de um segundo turno. A curva dos votos válidos da petista mostra uma tendência de queda, que parece ter parado, segundo Ibope e Datafolha. Mas uma gafe de Dilma no debate desta noite na TV Globo poderia retomar essa tendência.
Por outro lado, a média é uma composição de duas pesquisas que deram 55% de válidos para Dilma (Ibope e Sensus), com as duas do Datafolha que deram percentuais mais baixos: 51% e 52%. E a mais recente do Datafolha dá mais votos à petista do que a anterior.

Se incluíssemos, a título de exercício, o resultado mais recente do tracking do Vox Populi no cálculo (esse tipo de pesquisa já é, em si, uma média móvel, por isso fica de fora), a média, agora com cinco sondagens, levaria Dilma a 54% dos votos válidos, aumentando sua chance de vitória no primeiro turno.
As margens, todavia, são apertadas. Um pequeno incidente nesta reta final -como chuva no dia da eleição (aumenta a abstenção) ou um índice de erro do eleitor na hora de votar maior do que o habitual- pode influenciar o resultado e fazer a diferença entre uma definição já ou a necessidade de segundo turno.
Segundo o Sensus, um percentual maior de eleitores de Dilma (4,5%) diz que não vai comparecer para votar em 3 de outubro do que de José Serra (1,5%), por exemplo. Todos esses fatores não são computados nas pesquisas. Juntos, criam uma zona de confusão em torno da linha de 50% dos votos válidos que aumenta o grau de incerteza sobre a eleição.
Por OESP/Jose Roberto Toledo

 
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Ibope e Datafolha diferem nos números mas concordam nas tendências: Dilma estável

Três pesquisas sobre a corrida presidencial foram concluídas nesta segunda-feira, com resultados sensivelmente diferentes. Na média das três, Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, o que indica vitória ainda no primeiro turno. O cálculo leva em contas as pesquisas Ibope e Sensus (ambas deram 55% dos válidos para a petista) e a Datafolha divulgada ontem (outra será divulgada esta noite), que deu 51% dos válidos para Dilma.

Na média dos três institutos, Dilma tem 48% do total de votos, José Serra (PSDB) tem 27% e Marina Silva (PV) chega a 13%. A soma dos candidatos dos pequenos partidos dá 1%. Excluídos os votos nulos e brancos e os eleitores indecisos, Dilma tem, na média, 54% dos votos válidos, contra 30% de Serra, 14% de Marina e 1% dos nanicos.
Considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais, Dilma teria, no mínimo, 52% e no máximo 56%, considerando-se a média das três pesquisas. Isso deveria ser suficiente para definir a eleição no primeiro turno, mas há outros fatores, que não são captados pelos institutos de pesquisa, que podem tornar a eleição mais apertada do que parece. É o chamado erro não-amostral.
Tradicionalmente, o candidato que lidera as pesquisas é mais penalizado pela abstenção e pelo erro do eleitor na hora de votar. Nesta eleição soma-se um terceiro fator, que, por inédito, ninguém sabe avaliar qual impacto terá: a necessidade de o eleitor apresentar dois documentos oficiais, o título de eleitor e outro documento com foto, para poder ir à urna. Esses três fatores juntos criam o que se poderia chamar de “zona de confusão”, que se soma à margem de erro.
No primeiro caso, parte de eleitorado do líder nas pesquisas considera seu candidato praticamente eleito e tem menos disposição de sair de casa para votar, o que aumenta mais a abstenção dos eleitores do favorito do que dos adversários. Esse fenômeno se intensifica quando o candidato tem mais votos entre idosos e analfabetos, que não estão obrigados a votar. Se chover, pior ainda.
O erro na hora de votar é mais comum para eleitores de baixa escolaridade, que podem se confundir com a esdrúxula ordem de votação (primeiro para deputado estadual, depois para federa, senador 1, senador 2, governador e presidente) ou por ignorar o número do candidato de sua preferência. Para ser líder, o candidato tem que ter necessariamente mais votos entre os menos escolarizados, daí correr mais risco de perder votos por erro do eleitor.

O terceiro fator que pode aumentar o erro não-amostral, a necessidade de dois documentos para o eleitor votar, dá um poder inédito para os mesários, que serão os responsáveis pela decisão de aceitar ou não os documentos apresentados pelo eleitor.
Um mesário com preferência partidária, pode, em tese, barrar eleitores que identifica como de oposição a seu candidato com base em discrepância nas assinaturas ou na foto (em caso de o documento ser velho). Mas esse é um fator inédito, que não se sabe se pode prejudicar um candidato mais do que outro.
Juntando-se todos os potenciais erros não-amostrais, pode-se, com base em eleições anteriores, projetar de um a dois pontos de incerteza além dos dois pontos da margem de erro. Na prática, um candidato com, por hipótese, 53% dos votos válidos, já estaria dentro dessa zona de confusão. Sua probabilidade maior é vencer no primeiro turno, mas não há certeza de vitória.

Por OESP/ Jose Roberto Toledo

 
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Dilma é favorita e reta final é imponderável

patamar apurado pelo Datafolha exige mais sondagens para previsão do desfecho

Assim como na semana passada o solavanco sentido pela campanha de Dilma Rousseff (PT) precisava ser mais bem aferido, agora a interrupção da sangria de votos da petista requer outro levantamento para haver mais certeza sobre a tendência do processo.

Explica-se. Na semana passada, Dilma deslizou nas pesquisas um pouco para baixo, na margem de erro. Seus adversários, um pouco mais ou um pouco menos, oscilaram positivamente também na margem de erro. Tudo somado, a diferença entre a petista e os demais deu uma encolhida.

Em seguida, na última segunda-feira, dia 27.set.2010, uma nova pesquisa Datafolha mostrou novamente o mesmo movimento, próximo da margem de erro –desfavorável para Dilma, favorável para Marina Silva (PV) e neutro para José Serra (PSDB).

Agora, nova pesquisa Datafolha nos dias 28 e 29.set.2010 indicam que foi estancado movimento negativo para a petista. Ela tem 52% dos votos válidos contra 48% dos demais somados (Serra pontua 31%; Marina, 15%).

Mas a diferença dela para os demais é de apenas 4 pontos. Ou seja, é necessário mais um levantamento para que seja possível afirmar com segurança que Dilma estabilizou-se nesse patamar. Até lá, a julgar pela pesquisa Datafolha de 28 e 29.set.2010, continua a haver uma possibilidade de segundo turno na sucessão presidencial.

O que este blog acha: a chance de segundo turno é menor do que a de Dilma vencer no primeiro turno, dia 3 de outubro.

O que a campanha de Serra acha: que as chances de 2º turno são mínimas. E que se tiver 2º turno a derrota também é quase inevitável.

O que a campanha de Dilma acha: que ela vai vencer no primeiro turno com 56% a 57% dos votos válidos. Essa é a previsão oficial com a qual a candidata trabalha. Se essa profecia for cumprida, a petista terá sido a mais bem votada candidata a presidente da República em um primeiro turno na atual fase democrática do Brasil (FHC tem no momento o recorde, em 1994, com 54,3% dos votos válidos).

Por Uol/Fernando Rodrigues

 
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Pesquisa da Associação Brasileira de Marketing e Negócios avalia hábitos de consumo de homens e mulheres entre 14 e 25 anos das classes A e B. Eles valorizam família, sustentabilidade e postura crítica

A Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN), em parceria com o Instituto de Psicologia Positiva e Comportamento (IPPC), divulga pesquisa feita com os jovens paulistanos das classes A e B a fim de entender seus valores e características como consumidor. Foram entrevistados, entre abril e março, 456 homens e mulheres entre 14 e 25 anos, uma amostra correspondente a um universo de 400 mil jovens. Dentre os entrevistados, 54% eram do sexo masculino e 46% do feminino.

Apesar de ser muito informada, essa geração vinha sendo apontada como jovens alienados e sem compromissos com virtudes e valores. Batizado de “Nem tudo é o que parece ser”, o trabalho apontou que essa é uma impressão equivocada. “Com a pesquisa, o que vemos é que não é interessante analisar este grupo de jovens fazendo comparação com outras gerações. É importante enxergá-lo dentro de seu contexto”, afirma Valéria Luz, superintendente da ABMN.

Certas características já eram esperadas pelos pesquisadores, como o baixo índice de leitura e a internet como principal meio de informação. Mas outras respostas chegaram a surpreender. Foi constatado que, mesmo com a grande maioria considerando o celular como uma extensão de si mesmo, os jovens das classes A e B não têm interesse em pagar pelos serviços mobile, como acesso a internet e promoções.

Outro ponto de destaque diz respeito às marcas. Constatou-se que 55% dos entrevistados consideram importante a marca de um produto, enquanto 18% acham muito importante. Nesse recorte, há uma predominância do sexo masculino: 62% consideram as marcas importantes.

Para o contexto de reconhecimento espontâneo das marcas, foram usados 11 atributos como “marca que simboliza o brasileiro”, “marca cool” e “líder de mercado”. Marcas como Apple e Nike foram as mais citadas, com a primeira tendo sido lembrada em dez atributos e a segunda em nove. A Apple, inclusive, foi a marca mais citada da pesquisa, com 209 menções no atributo “modernidade & inovação”, contra 18 citações da segunda colocada, Sony.

Sobre bebidas alcoólicas, foi feito um trabalho direcionado aos maiores de 18 anos. A grande maioria (75%) afirmou não ter preferência em relação à marca de cerveja – índice empatado com a marca mais citada pelos consumidores, a Brahma.

Para Valéria, os resultados trazem um sinal para as marcas, que podem entender e agir melhor em relação a esse grupo. “A pesquisa é importante também para as marcas, uma vez que ao adotarem essas características elas são passíveis de uma maior identificação neste grupo”, observa.

Em relação aos valores deste universo, o tema “sustentabilidade” apareceu com alta relevância, despertando o interesse de 83% dos entrevistados. Outro assunto, os alimentos orgânicos, chamou atenção de 15% dos entrevistados, sendo que 68% são do sexo feminino.

Família

Mas a grande novidade ficou por conta de alguns valores que estão sendo resgatados, como a valorização da família. Dentre os jovens ouvidos, 76% afirmaram comer freqüentemente na companhia de sua família. “Enxergamos que a dinâmica do contexto familiar se realiza como uma variante híbrida, uma vez que tradição e modernidade se misturam, com valores antigos sendo resgatados num contexto moderno”, explica Valéria.

Segundo a pesquisa, o jovem paulistano das classes A e B tem também uma convergência de interesses com a família. Sinal disso é que pais e filhos têm assistido aos mesmos programas juntos. Além disso, mães e pais, respectivamente, são os maiores exemplos de heróis para essa geração. Isso revela uma contraposição a uma visão nem tão antiga assim, quando os jovens tendiam a ir contra as ideias e os gostos dos pais.

Nelson Mandela e Ayrton Senna também foram citados como heróis (logo após os pais), mostrando que o arquétipo de herói para esse público é uma pessoa batalhadora, mas pacífica. Justiça e coragem também são características com as quais eles mais se identificam.

Outros valores apontados como importantes pelos entrevistados são imparcialidade, integridade, perseverança, postura crítica e inteligência social.
Por MMonline

 
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